Textos institucionais



Aqui estão alguns exemplos de releases, artigos e notícias institucionais produzidos por mim.


'Eu Amo o Brasil' realiza série de reuniões em Campinas


Na última quinta-feira (22/1), a Associação EAB – Eu Amo o Brasil esteve em Campinas para participar de três reuniões de apresentação da instituição, que foi representada pelo diretor Dr. Marco Antônio Lasalvia, pela coordenadora Aline Moraes, e pelos representantes em Campinas, Ivor Fazzioni e Magali Fazzioni.

A primeira visita foi à Creche Lar Pequeno Paraíso, onde a EAB foi recebida pela direção e funcionários, além do Pastor John, um religioso norte-americano que ajuda a creche.

Em seguida, a equipe da EAB se reuniu com a empresária do ramo de eventos Antônia Maria Zogaeb, que possui excelente relação com órgãos governamentais, autoridades, fornecedores, comunidade, empresários e formadores de opinião da região de Campinas.  

A terceira e última reunião do dia foi realizada no Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Campinas e Região (Recap), com o presitente Flávio Martini e o gerente executivo Caio Augusto.

“O principal objetivo destas reuniões foi abrir as portas para receber apoio institucional destas entidades. Com a Recap fechamos uma parceria institucional e estamos iniciando uma campanha de divulgação na rede deles. Nos demais acredito que teremos boas novidades em breve”, explica a coordenadora da EAB, Aline Moraes.


A educação no combate à pobreza

Na última semana, o Banco Mundial indicou que o percentual de brasileiros abaixo da linha da pobreza caiu de 35%, em 1999, para 17%, em 2011. Além disso, segundo os dados, a parcela da população em situação extrema também reduziu: de 7% para 2%. Ótimo, até certo ponto.

Para o Banco Mundial, esse desempenho foi possível graças ao crescimento econômico, o aumento do emprego e da renda e da expansão de programas sociais. O Brasil foi um dos poucos países do mundo, na primeira década do século 21, a conseguir crescer economicamente reduzindo pobreza e desigualdade.

Pelo novo critério do Banco Mundial, a proporção de brasileiros localizados na pobreza extrema teve uma redução de quase 80% no período analisado. Esse grupo é caracterizado, entre outros itens, pelo que os pesquisadores consideraram pobres pelo critério de renda, vivendo com menos de R$ 70 mensais por integrante da família.

O que surpreende é o valor estipulado como ‘limite da extrema pobreza’: 70 reais mensais. Dois reais e trinta centavos por dia. (Não) por acaso, esse limite foi estipulado pelo governo federal em 2011.

Reflita: pouco mais de dois reais por dia é suficiente para um cidadão ao menos se alimentar? Sem colocar em questão as demais necessidades que todos têm.

Num país em que o salário mínimo é incompatível ao custo de vida, muitas vezes nem mesmo o trabalhador com carteira assinada consegue suprir as necessidades da família. O que dizer então daqueles que conseguem 70, 80, ou cem reais mensais no trabalho informal?

Ainda de acordo com o Banco Mundial, “uma sociedade nunca conseguirá eliminar totalmente os pobres” – fato – “mas deve perseguir o objetivo de eliminar a pobreza crônica”. Para os economistas da instituição, o principal instrumento para eliminar a pobreza crônica é a educação. Aliás, ela seria um excelente antídoto contra muitas outras doenças sociais.

O Brasil já conseguiu melhorar a escolaridade, mas é preciso melhorar toda a estrutura e cultura do ensino brasileiro. E isso é muito mais difícil. 

Nós ocupamos o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados pelo Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), em 2012.

O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 49 anos foi registrado em 20% no ano de 2011, de acordo com o Inaf (Indicador de Analfabetismo Funcional); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler e 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam a leitura e escrita, de acordo com o movimento Todos pela Educação. Sem falar na desvalorização dos profissionais de educação e dos infinitos problemas de infraestrutura.

É bom lembrar que a educação é responsabilidade dos governos federal, estaduais e municipais. Temos que cobrar os governantes e lutar por melhorias no nosso ensino.

Se o Brasil deseja crescer, tem que investir – pesado – em educação. A educação é o principal caminho para um futuro melhor.



O título que não queríamos ter


Poucos sabem, mas nós temos um título mundial que ninguém gostaria de ter. Somos campeões em homicídio. Sim, o Brasil é o país com maior número absoluto de homicídios em todo o mundo.

Segundo o Relatório Global sobre Homicídios 2013, lançado pela ONU no último mês de abril, foram registrados 50.108 homicídios no Brasil somente em 2012, o que representa mais de 10% dos assassinatos cometidos em todo o mundo: 437 mil.

O uso excessivo de drogas (incluindo o álcool) e o fácil acesso a armas de fogo foram apontados pelo relatório como componentes determinantes nos atos de violência letal.

O sumário executivo do relatório da ONU afirma que 'um sistema efetivo de justiça criminal que assegure investigação rigorosa e julgamento justo de suspeitos de homicídio é um pré-requisito para a defesa do Estado de Direito e para a promoção de justiça às vítimas de homicídio'.

Exatamente o oposto do que ocorre no Brasil. Já que no mesmo ano de 2012, o Conselho Nacional do Ministério Público revelou que o país arquiva mais de 80% dos inquéritos de homicídio, na maioria das vezes porque a autoria permanece desconhecida.

Mas não se trata de uma peculiaridade dos homicídios. O Estado de São Paulo, o mais populoso do país, sofre também com a impunidade nos casos de roubo. Conforme revelado pela Secretaria de Segurança Pública paulista no último mês de março, apenas 2% dos roubos praticados na unidade federativa são esclarecidos. E essa é uma realidade que se estende por todo o território nacional.

Precisamos inverter essa situação! Precisamos diminuir o número de homicídios e acabar com a impunidade. É isso que a associação Eu Amo o Brasil quer para a sociedade brasileira: cadeia para quem mata e uma Lei igual para todos. Queremos sair de casa sem medo! Queremos segurança para os cidadãos e para nossas famílias!




Arte e cultura: Qual é a diferença?


Segundo o dicionário Aurélio, uma das definições de arte é “expressão de um ideal de beleza nas obras humanas: obra de arte”. Já cultura, de acordo com a mesma fonte, pode ser definida como o “conjunto das estruturas sociais, religiosas, intelectuais, artísticas (etc.) que caracteriza uma sociedade”.

Mas não é sobre essa diferença termológica que queremos falar. O que nos preocupa é a diferença de acesso à arte e cultura escancarada nos degraus da pirâmide social brasileira. Sabemos que (infelizmente) quanto maior a renda, maior a vivência cultural. Mas os números são gritantes.

Para começar, segundo o SIPS - Sistema de Indicadores de Percepção Social, criado pelo IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, apenas 4,2% dos brasileiros visitam museus e centros culturais pelo menos uma vez por mês. O índice para teatro, circo e shows também é lamentável: 59,2% nunca vão, e 25,6% frequentam raramente. Além disso, mais de 70% dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança.

Para 71% dos entrevistados pelo IPEA, o maior obstáculo ao acesso à cultura é o preço. Outra barreira relatada por 56% é o perfil do público que frequenta espaços culturais.

A localização dos equipamentos de cultura também é um empecilho: 62,6% relatam ser distante do lugar onde moram. Segundo a pesquisa, quanto melhor a situação financeira, maior é a proximidade e o acesso aos equipamentos culturais.

Hoje, infelizmente, a principal atividade cultural dos brasileiros é assistir televisão: 78%.

E o que fazer para diminuir a diferença?

Iniciativas como o Vale-Cultura, do governo federal, são bem vindas, mas desde que façam parte da estruturação de uma política de Estado voltada à Cultura. É preciso lembrar que o orçamento do Ministério da Cultura para 2014 é de R$ 3,26 bi, enquanto os subsídios que custeiam o Vale-Cultura somam R$ 7 bi anuais. A conta não fecha.

No Estado de São Paulo temos o Proac (Programa de Ação Cultural - governo de São Paulo) que, desde 2006, estimula práticas culturais em parceria com empresas por meio de iniciativas ficais, assim como a Lei Rouanet, do governo federal, que existe desde 1991. 

No entanto, para que arte e cultura realmente possam ser para todos, independentemente da classe social, sexo, idade, cor, ou localização da moradia, é preciso estruturar uma política cultural. Política que deve envolver também o ensino de cultura nas escolas públicas, questão muitas vezes menosprezada ou esquecida em âmbitos municipal, estadual e federal. 




Alunos da rede municipal de Santo André agora enxergam melhor

Última etapa do programa ‘Educando com Visão’ foi realizada na manhã deste domingo (8); cerca de 700 crianças foram beneficiadas nas três fases

O mundo se tornou mais nítido, colorido, divertido e fascinante na manhã deste ensolarado domingo (8). Pelo menos aos olhos das 205 crianças que ganharam óculos por meio do projeto Educando com Visão. Todos são alunos das Emeiefs (Escolas Municipais de Educação Infantil e Ensino Fundamental) de Santo André. A distribuição foi realizada no Camp Piero Pollone, entidade sem fins lucrativos.

Esta foi a terceira etapa do programa, que beneficiou ao todo cerca de 700 estudantes da rede municipal. Todas as armações foram oferecidas pelo Rotary Club de Santo André - Norte, e escolhidas por cada um dos alunos. “Mais de 5 mil crianças passaram por avaliação oftalmológica, portanto a ação foi extremamente positiva. Este trabalho interfere diretamente na relação ensino-aprendizagem. Quem não enxerga bem normalmente enfrenta dificuldades na escola”, avaliou o secretário de Educação, Gilmar Silvério.

Além do atendimento oferecido aos alunos da rede municipal, a administração da cidade pretende estender este benefício para toda a população. “Neste ano oferecemos tratamento e óculos para crianças de 51 escolas. Agora, a Prefeitura está procurando terreno para construir a Casa da Visão, que vai atender todos os nossos cidadãos”, projetou o prefeito Carlos Grana.

NO FUNDÃO DA SALA DE AULA – A estudante da Emeief Janusz Korczak, Gabriela Amaral, de 7 anos, ainda não usava óculos e enfrentava dificuldades para visualizar as lições na lousa. “As letras grandes eu conseguia enxergar. Mas quando era letrinha bem pequenininha, não. E eu tenho que sentar lá no fundo, por que sou quase a mais alta”, contou.

Agora, com óculos novos, o problema de Gabriela está resolvido. E o Educando com Visão foi aprovado pela mãe, Mariana Amaral. “Agora ela não vai ter mais essa dificuldade. Com certeza ela vai aprender mais na escola. Essa iniciativa foi muito importante para nós.”

‘EDUCANDO COM VISÃO’ – Em 2013, a parceria entre as secretarias de Educação, Saúde, Inclusão Social e o Rotary Club de Santo André – Norte possibilitou a realização de testes de visão em 4 mil crianças, do primeiro ano do ensino fundamental. Desde 2004, o projeto atendeu cerca de 2 mil alunos com exames oftalmológicos e contribuiu para corrigir problemas de visão de aproximadamente 1,2 mil estudantes de 7 a 10 anos.



Para o próximo ano, a Administração andreense organiza novos testes de acuidade visual para atender as crianças que começarão a frequentar o primeiro ano do ensino fundamental. A consulta também será realizada com alunos de outras séries com suspeita de problemas de visão, identificados pelas professoras em sala de aula. (Leia no site da Prefeitura de Santo André





 Facebook de Santo André atinge marca de 10 mil fãs e supera 13 capitais estaduais

Além de ser a mais curtida entre as prefeituras do Grande ABC, fanpage andreense seguiu em alta durante onda de protestos e está à frente de algumas das mais importantes cidades brasileiras

Mesmo diante das grandes manifestações populares organizadas a partir das redes sociais nos últimos meses, a Secretaria de Comunicação manteve a fanpage da Prefeitura de Santo André em contínuo crescimento. Mais curtida entre os perfis oficiais das administrações municipais do Grande ABC no Facebook, a página superou os 10 mil fãs nesta semana. Além de ser a maior da região, a fanpage está à frente de 13 importantes capitais estaduais – Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Cuiabá, Campo Grande, Rio Branco, Belém, Macapá, Teresina, Porto Velho, Boa Vista, Aracajú e Palmas – e se aproxima de Goiânia e Belo Horizonte.



Desde o início do ano, o número de fãs mais que triplicou, passando de 3.140 para 10.060 – até esta sexta-feira (13) – um aumento superior a 218%. Os assuntos mais acessados se referem ao mercado de trabalho, como vagas do CPETR (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda), concursos e seleções públicos, cursos profissionalizantes e feiras de adoção de animais. “Acredito que a característica apolítica das nossas publicações foi o fator responsável por amenizar o impacto dos protestos. Nós usamos as mídias sociais única e exclusivamente para a prestação de serviços”, analisa o secretário de Comunicação, Leandro Laranjeira.

As mulheres são maioria entre os fãs: 63%, contra 37% de homens. Do número total, 59% têm entre 25 e 44 anos – o que justifica o teor dos assuntos mais acessados – e mais de 60% afirmam morar em Santo André. “Diante das novas demandas tecnológicas, buscamos adaptar nosso trabalho para as mídias atuais. Nosso objetivo é tornar o canal uma referência no relacionamento com o munícipe”, afirma Laranjeira.

A adaptação na forma de trabalho mencionada pelo titular da Pasta está fundamentada no comportamento dos internautas, que consideram as redes sociais o canal mais efetivo para buscar informações. Segundo dados do IBOPE Media, em janeiro de 2013, páginas de relacionamento e outras agrupadas na subcategoria comunidades – que incluem também blogs, microblogs e fóruns – atingiram mais de 46 milhões de usuários no Brasil, o equivalente a 86% dos navegantes ativos da internet no período, o que representa quase um quarto da população total (196,7 milhões).

Diante do atual cenário, desde o início do ano, a Prefeitura de Santo André está investindo fortemente na prestação de serviços por meio das redes sociais, tanto na divulgação de ações, quanto no atendimento ao munícipe. “Assim como atendemos as demandas da imprensa, respondemos as dúvidas da população. A relação é direta, o que torna a comunicação com os cidadãos e cidadãs mais próxima e informal. São informações oficiais respondidas no tempo em que o internauta nos procura. Isso agrada e garante credibilidade”, resume o secretário.



INOVAÇÃO – Para viabilizar a agilidade que o munícipe procura quando busca informações pela internet, a página conta com o botão Solicitar Serviços. O aplicativo redireciona o usuário para o Portal de Serviços da Prefeitura, que funciona 24 horas por dia, além do chat, no ar de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Ambos também estão disponíveis no site www.santoandre.sp.gov.br e oferecem comodidade a quem precisa solicitar certidões, segundas vias de documentos, calcular impostos, fazer consultas diversas, obter formulários, entre várias outras opções. Para garantir o andamento das solicitações, um número de protocolo é gerado para cada registro feito virtualmente pelos contribuintes.


Além disso, por meio das páginas no Facebook (facebook.com/PrefeituraDeSantoAndre) e no Twitter (twitter.com/StoAndre), a Administração mantém a população informada sobre os principais acontecimentos da cidade. “Nosso esforço é o de melhorar cada vez mais o diálogo com os adeptos deste tipo de ferramenta. É uma tendência natural e efetiva na comunicação, que não gera custo aos cofres públicos e demonstra o respeito do governo com os munícipes”, conclui Laranjeira.   (Leia no site da Prefeitura de Santo André



Wadaiko Sho ‘hipnotiza’ público no Teatro Municipal de Santo André

Apresentação de tambores japoneses ocorreu como parte da 4ª edição dos Concertos Andreenses de Música Erudita e da série Horizontes Musicais

Hipnotizante. Esta é a palavra capaz de definir a apresentação do grupo de tambores japoneses Wadaiko Sho no Teatro Municipal de Santo André, na tarde desta terça-feira (25). A arte original do país do Extremo Oriente asiático fez silenciar os presentes, que doaram pouco mais de uma hora de sua atenção exclusivamente à desconhecida combinação de sons percussivos, flauta, coreografia e vozes. O show fez parte da 4ª edição dos Concertos Andreenses de Música Erudita, da Prefeitura de Santo André, e da série Horizontes Musicais, do Projeto Guri.

O único grupo profissional de taiko – gênero musical nipônico - no Brasil recebeu, na casa de espetáculos andreense, mais de 400 pessoas, inclusive de outras cidades. Brenda Miura, 18 anos, saiu de Ribeirão Pires para conferir a apresentação. “Gostei muito, principalmente das partes com flauta”, disse. Para Nicolas Yoshio, também de 18 anos, os artistas souberam conduzir o público. “Fiquei impressionado com a velocidade dos movimentos e com o modo de interagir com o público.”

A interação também foi sentida por quem estava em cima do palco e carregava a responsabilidade de atender às expectativas. “A apresentação foi muito estimulante e participativa. As pessoas vieram para ouvir música e para fazer parte dela”, descreveu Setsuo Kinoshita, líder e fundador do Wadaiko Sho.


Concertos Andreenses de Música Erudita
O projeto Concertos Andreenses de Música Erudita foi idealizado pela Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Santo André. Neste ano, o programa promove atividades em três diferentes pontos da cidade: Teatro Municipal, Igreja Luterana de Santo André e Parque Antônio Fláquer (Ipiranguinha). Todas as apresentações são gratuitas. (Leia no site da Prefeitura de Santo André)



Casa do Olhar recebe workshop sobre polêmico publicitário italiano

Trabalhos de OIiviero Toscani serão debatidos sob condução de Luiz Giope. Encontros gratuitos serão realizados em quatro sábados de setembro

Preconceito racial, moralismo religioso, homossexualidade e graves doenças como a AIDS parecem ser delicados temas para se trabalhar na publicidade. O desafio de tornar tais assuntos vendáveis foi superado com criatividade e ousadia pelo polêmico fotógrafo e publicitário italiano Oliviero Toscani, 70 anos, especialmente quando trabalhou para a grife Benneton, na década de 1990.

Com o intuito de resgatar o trabalho deste profissional e os efeitos de sua diferenciada atuação no mercado publicitário e nos meios de comunicação, a Casa do Olhar Luiz Sacilotto recebe, nos dias 1º, 15, 22 e 29 de setembro (sábados), o workshop Imagem, arte ou ruptura?, conduzido pelo também fotógrafo Luiz Antonio Giope. Os encontros ocorrem sempre das 14h às 17h. O público em geral está convidado a participar da atividade gratuita. O local dispõe de 25 lugares, ocupados em ordem de chegada.

O diálogo mostra a trajetória e a importância do trabalho de Toscani no cenário mundial e o compara a outros profissionais da área. “Quando eu estava me formando em Publicidade na década de 190, ele estava no auge de suas campanhas. Isso me motivou a produzir esse workshop”, conta Giope.

Serão utilizadas publicações em revistas, catálogos, livros e fotos como material de estudo. O objetivo é articular novas linguagens e estéticas da cultura contemporânea, confrontar culturas regionais e grandes metrópoles mundiais e refletir sobre mudanças nos meios de comunicação de massa, além de resgatar a história recente das manifestações midiáticas e analisar os impactos das mídias modernas na população.

Para a conclusão da oficina, os participantes deverão elaborar e apresentar cinco fotografias, sob a temática ‘ruptura e quebra de preconceitos’, constantemente presente na obra de Toscani. “A intenção é fazer com que as pessoas se sintam motivadas a produzir. É pra atividade ‘ter graça’”, explica o palestrante.

Sobre o orientador
Luiz Antonio Giope é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero. Atua como repórter fotográfico, e professor e palestrante na área de Fotografia e Comunicação. (Leia no site da Prefeitura de Santo André)



Ex-catadora de recicláveis de Santo André disputa mundial de basquete feminino na Holanda

Pivô de 16 anos e 1,89m supera dificuldades e busca uma vida melhor por meio do esporte

Bianca Araújo da Silva possui mais uma daquelas histórias de vida com o rumo mudado pelo esporte. O jeito de menina tímida esconde um passado difícil. Em 2007, aos 11 anos de idade, era catadora de materiais recicláveis ao lado da mãe e de cinco irmãos. Hoje, aos 16, está a caminho da Holanda para representar o Brasil no Campeonato Mundial Sub-17 de basquete feminino. Uma reviravolta um tanto quanto surpreendente.

Ao contrário do discurso da grande maioria dos atletas, quando se referem à seleção brasileira e conquistas internacionais como principais objetivos, a pivô não se esquece de sua origem humilde e de quem sempre esteve ao seu lado. “Meu maior sonho é poder dar um futuro melhor para minha mãe e meus irmãos. E o basquete pode me dar isso”, afirma, após creditar ao esporte seu amadurecimento. Sem a presença do pai, a responsabilidade pelo sustento da casa ficou dividida entre os outros membros da família.

A atleta de 1,89m de altura começou a jogar há apenas três anos e sem nenhuma pretensão, levada ao Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia por um amigo. “No começo eu nem queria jogar. Faltei no teste e dei uma desculpa qualquer. Então marcamos novamente numa sexta-feira. Vim, fiz o treino e deu tudo certo.” A jogadora foi prontamente acolhida pela comissão técnica do basquete de Santo André, e aos poucos, sua relação com o esporte ficou mais próxima, tornando-se seu modo de vida.

Das ruas de Santo André para os ginásios do mundo
Essa será sua segunda participação em campeonatos internacionais. Em 2011, a pivô disputou o Sul-Americano Sub-15, no Equador. Na ocasião, o Brasil foi campeão invicto, após bater Chile, Peru, Uruguai, Colômbia, Equador, e novamente a seleção chilena, por 74 a 42, na grande final.

O 2º Mundial Sub-17 de basquete feminino será realizado na cidade de Amsterdã, capital da Holanda, de 17 a 20 de agosto. A equipe brasileira ainda fará um pequeno período de treinos na Itália. A meta pessoal da determinada Bianca é, junto com as demais atletas, estar entre as três melhores equipes do torneio. “Quero trazer uma medalha para casa. Independente de qual seja. E nada vai atrapalhar.” (Leia no site da Prefeitura de Santo André)